UPDATE: Resenha da nossa amiga Daniela Estevão.

TourGuns

Por problemas na demora da liberação do nosso credenciamento, não comparecemos ao show do Guns N’ Roses, o que nos impossibilitou de publicar nossas já conhecidas resenhas buscando os prós e contras de qualquer evento, sendo assim, para não deixar você caro leitor, na mão, divulgamos abaixo duas impressões, a 1ª primeira do UOL que desce a lenha sem compaixão, e a 2ª do Whiplash com opinião totalmente contrária.

Leia, tire suas conclusões e conte para a gente, qual é a versão correta dos fatos. Conto com vocês!

Resenha derruba barraco do UOL. clique aqui.

Resenha rumo ao positivismo do Whiplash, clique aqui.

Abaixo, curta a resenha da nossa querida amiga Daniela Estevão.

Logo na abertura dos portões já se tinha uma faixa nada agradável de ser lida para os fãs, “Proibida à entrada com máquinas fotográficas” o que foi revoltante para a maioria das pessoas que foram prestigiar a banda. Seguido de um esquema de revista rigoroso, mas bem falho também, exigiam que todos retirassem pilhas e baterias de máquina, cintos e pulseiras com spikes, mas sem nenhum depósito que pudessem ser guardados os pertences, fazendo com que as pessoas fossem obrigadas a se desfazer numa grande lixeira na entrada no evento.

Mesmo com a proibição, algumas câmeras ainda conseguiram burlar a segurança.

Depois de alguns minutos foi dado o início ao show com a banda brasiliense Khallice, que foi inesperada por todos, mas também muito bem aplaudida. Logo após Sebastian Bach e banda começaram o show, Sebastian se arriscou bastante nas frases em português, as quais agradeciam o público de Brasília, animando o pessoal para o show do Guns n’ Roses, que seria a próxima banda a subir no palco. O rockeiro embalou a multidão com sucessos do seu CD solo “Angel Down” e alguns sucessos do Skidrow, antiga banda o qual fazia parte e saiu em 1996.

Após Sebastian Bach, Guns atrasou por cerca de 1h:30m, fazendo com que muitos dos fãs que já estavam cansados cochilarem nas cadeiras e até pelo chão. Mas a expectativa de ver Axl ao vivo agitava o pessoal que faziam “olas” para distrair o cansaço e tentar diminuir a ansiedade da espera que a cada minuto, parecia mais longa.

Logo que se apagaram as luzes, todos tiveram grande surpresa quando a banda entrou e Axl começou com o show. Entre várias músicas do novo álbum “Chinese Democracy”, tocaram os clássicos sucessos como “Sweet Child O’ Mine”, “Knocking on heaven’s door” , “Patience”, “Welcome to the jungle”, entre vários… Axl fez seu show à parte com sua presença de palco, e em sua apresentação com o Guns, vários efeitos especiais que contavam com telões de última geração, Alx tocando piano em “November Rain”, serpetinas, fogos de artifício entre outras coisas, dignas de um grande show inesquecível. A voz de Axl não parecia tão diferente quanto às críticas apontaram em jornais.

Não se via a platéia muito empolgada com os novos integrantes da banda, que por vezes pareciam covers da antiga formação com Slash, Duff, Izzy e Steven.

Entre um sucesso e outro da banda, Guns ainda levou alguns clássicos como “A Pantera cor de rosa”, “Another Break in the wall” do Pink Floyd, muito bem aceitos pelas pessoas que cantavam e acompanhavam com palmas.

Após 2h:30m de show, Axl se despediu jogando seu microfone aos fãs e logo após voltando com toda banda agradecendo por diversas vezes.

É inevitável comparar a todo o momento a formação original com a atual, mas também é preciso dizer que o show foi muito bem planejado e que agradou bastante o desempenho dos músicos, que são muito bons e que desempenham bons papéis na hora de interpretar clássicos memoráveis da banda. No mais, na minha humilde opinião de fã, e que nunca viu um show do Guns n’ Roses a não ser pela TV, posso dizer que ao vivo, amei ter ido. Isso aí. Amei.

Daniela Estevão, 21 anos – estudante de Jornalismo trancada no 5° semestre. Twitter: @danielaestevao